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Interessados na gastronomia e na boa mesa, estou a disposição para perguntas, idéias e sugestões para apurar os sabores.
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Comendo com os olhos: como montar um cardápio !

Comendo com os olhos: como montar um cardápio

Alguma coisa podemos aprender com os cardápios de restaurantes: eles fazem parte da "experiência" dos sentidos para proporcionar prazer. E seguem alguns truques para nos fazer gostar mais... e gastar mais também.

Por Rafael Mantesso

Experiências sensoriais desencadeiam no cérebro respostas rápidas. A visão de um suculento hamburger no anúncio na televisão ou o cheiro de um doce de chocolate despertam a vontade de experimentar. Estes são dois exemplos de como podemos explorar a psicologia sensorial para influenciar as decisões de compra do consumidor em um restaurante.

Além de impactar o cliente pelos aromas e sabores, uma boa casa deve impactar também pelo visual, que vai da decoração ao mais importante - o cardápio!

Layout
O design é crucial. A melhor opção é por um layout simples e com fontes clean. Só coloque fotos se elas forem mais bonitas que o prato em si, fotos do estilo McDonald’s. Se a foto for amadora, o efeito é contrário, a comida fica com aspecto asqueroso, não dá fome, dá enjôo.

Um cardápio de página dupla é sempre a melhor opção para levar o cliente aos melhores pratos. A leitura num cardápio de página simples é vertical, mais fácil de comparar preços.



Porém a leitura num cardápio de página dupla é mais complexa e nos obriga a olhar para vários lugares. Com isso podemos colocar os produtos mais rentáveis nas melhores partes. Como o canto superior direito.

Disfarce os preços
O que restaurantes, pelo menos a maioria, fazem com o cardápio: colocam todos os preços alinhados à direita, um abaixo do outro. Se todos eles estão assim eu posso facilmente comparar e certamente escolherei os mais baratos. É melhor ter os preços e cifrões colocados discretamente no final da descrição de cada produto.

Faça o cliente folhear
Um cardápio deve ser como um supermercado. Os itens mais pedidos, mais comuns, como hamburgers, sanduíches e fritas, devem estar escondidos no cardápio. Não devem ter acesso fácil. No supermercado os itens que compramos com frequência, como leite, carnes, arroz e feijão, sempre ficam nos fundos; nós temos que comprá-los mesmo, então tanto faz o lugar onde estiverem, nós vamos até lá.

Como estão no fundo, o supermercado nos obriga a passar por vários outros produtos mais caros e que podemos comprar por impulso. Escondendo os itens comuns no cardápio, o cliente é obrigado a ver outros produtos, o que aumenta a sua chance de gastar mais e não optar pelo de sempre.

O nome do prato
O nome do prato é a parte mais importante para vendê-lo a quem não o conhece. Um cliente não será incentivado a experimentar um prato novo por causa do preço. O nome precisa ser criativo, criar interesse, despertar a curiosidade.

Um amigo renomeou todos os itens do seu cardápio com nomes nada convencionais, deixando qualquer um curioso com qualquer prato. Por exemplo, o torresminho com mandioca virou “tadinho do Chiquinho”, a carne de sereno virou “não sou carne de sol” e assim por diante. Os adjetivos também não devem ser poupados, eles são tão importantes quanto o próprio nome.

O que você acha melhor? Ovos mexidos ou ovos mexidos com manteiga fresca? Pense em sabores e gostos, palavras como crocante e picante dão ao cliente uma melhor idéia do que está por vir. Longas descrições devem ser reservadas para os pratos mais rentáveis.

Lembre-se:

- Um cardápio não é um amontoado de letras, não é anúncio publicitário. Dê destaque ao que precisa ter destaque.
- Vermelho e amarelo são cores que evocam a fome. Usadas na forma correta dão vida ao cardápio; usadas demais, cansam qualquer um.
- Os pratos que possuem mais atributos (nome diferente, adjetivos, descrição…) vendem mais que “nomes sozinhos” no cardápio.
- Nosso olhar é preguiçoso, ele é atraído por qualquer coisa diferente. Seja o negrito de uma letra ou uma caixa em volta do texto. É fácil levar o olhar do cliente para onde interessa sem agredir o layout.
- O canto superior direito deve ser sempre reservado para o prato mais lucrativo.
- Tenha versões diferentes do mesmo cardápio para atender necessidades diferentes. Se recebe muitos turistas, tenha ele em outros idiomas, se recebe pessoas idosas, tenha um com fontes maiores.
- Com certeza um cardápio não faz milagre. Ele faz parte da “experiência”, que é aquilo que motiva alguém a indicar um restaurante para um amigo. O atendimento dos garçons, o ambiente, a música, a decoração, as pessoas, os pratos, o cardápio… tudo deve estar alinhado para proporcionar ao cliente a melhor experiência possível. Só assim ele voltará a comer ali novamente!


Monitore o vaivém dos seus clientes

Acompanhar o fluxo de pessoas que entram e saem da loja ajuda a traçar estratégias e avaliar resultados

Você sabe exatamente quantas pessoas entram todos os dias no seu negócio? E a sua vitrine nova consegue atrair mais gente para o lado de dentro do estabelecimento? Controlar o fluxo de clientes é não apenas viável como uma ferramenta útil para estabelecer estratégias de atuação em diversas áreas da empresa. Além disso, auxilia na avaliação dos resultados das ações implementadas. Sistemas automatizados com feixes infravermelhos monitoram o entra-e-sai, enquanto os formados por câmeras com visão robótica indicam também quantas pessoas passam em frente à sua porta e quantas param para olhar as mercadorias expostas - até o tempo de permanência na frente da vitrine pode ser medido. Também é possível escolher áreas no interior da loja para serem monitoradas e, assim, descobrir, por exemplo, o tempo médio em que os clientes ficam vasculhando uma arara com roupas em promoção.
Relatórios gerados pelos sistemas diariamente, ou mesmo de hora em hora, revelam a taxa de captura - ou seja, comparam o número de pessoas que passam em frente ao negócio com o das que entram para comprar ou pedir informações. Eles também identificam a taxa de conversão, que indica, do total de clientes que entram no estabelecimento, quantos compram. "O uso dessas informações é muito abrangente. É possível fazer testes nas vitrines até conseguir a melhor taxa de captura. Com as informações também pode-se adequar o número de funcionários conforme o horário de maior fluxo de pessoas e o estoque de acordo com o histórico de vendas, considerando-se os períodos de sazonalidade", afirma Paulo Sérgio Campos, diretor da Feixe Tecnologia, especializada em sistemas de contagem.

De acordo com as empresas fornecedoras, a tecnologia ainda é uma novidade para os pequenos empreendedores. A gigante Brasil Telecom instalou o sistema em 30 de suas lojas próprias em novembro do ano passado e já tem planos para repassar a novidade a alguns franqueados da rede no primeiro semestre de 2008. "No primeiro mês, descobrimos qual era a nossa taxa de conversão média, no caso, 4%. A partir de então, criamos ações para melhorar as lojas cujo índice estava mais baixo. Também identificamos problemas internos de gestão e preparamos treinamentos", diz Anselmo Brigantini, gerente de canal da Brasil Telecom. Com as iniciativas, ele espera que ainda neste mês de março todas essas lojas já alcancem a taxa média de toda a rede.

Fonte PEGN

Torta de bananas sem ovos, leite e glúten

Torta de bananas sem ovos, leite e glúten

Ingredientes:
11 colheres de sopa de farinha de arroz
13 colheres de sopa de açúcar
01 dúzia de bananas nanicas maduras
01 colher de sopa de fermento em pó
Canela para polvilhar

Modo de preparar:
Misture bem a farinha, o açúcar e o fermento.
Numa forma untada, coloque uma camada desse pó, cubra com fatias de banana (1 banana dá para cortar pelo comprimento umas 4 fatias), e vá fazendo as camadas até terminar com o pó.
Bata no liquidificador 1 banana com um pouco de água (meio copo + ou -) e molhe todo o pó que ficou, polvilhe canela e leve ao forno uns 20 min.

Pão de batata ou mandioca - celiacos

Pão de batata ou mandioca - celiacos

Ingredientes
2 tabletes de fermento de pão
1 colher de sopa de açúcar
1 copo americano de leite morno
200 g de creme de arroz
(1 caixa)
200 g de fécula de batata (1 caixa)
2 batatas grandes cozidas e amassadas ou a mesma quantidade de mandioca
3 ovos
2 colheres de sopa de margarina
1 colher de sobremesa de sal

Modo de Preparo
Misturar o fermento ao açúcar e 100 g de creme de arroz.
Descansar 10 minutos.
Numa tigela colocar a batata ou a mandioca, juntar a margarina e o resto do creme de arroz, a fécula, os ovos inteiros e o sal.
Misturar bem com colher de pau.
Juntar essa mistura, com a que estava descansando.
Untar e polvilhar com creme de arroz uma forma de bolo inglês.
Deixar descansar 10 minutos e assar em forno pré aquecido até ficar dourado.
Obs: Se você for diabética(o), substitua o açúcar por 1 colher (chá) de adoçante em pó que possa ir ao fogo.

Receita Queijo (Sem Leite) Vegano

Receita Queijo (Sem Leite) Vegano

Ingredientes:
- 2 a 3 colheres de purê de mandioquinha ( também conhecida como batata barôa / batata salsa ) ou de cenoura ( cozinhe e depois amasse com um garfo ).
- 1 xícara de polvilho doce
- 1/2 xícara de polvilho azedo
- 3 colheres de creme vegetal ou óleo
- 1 colher de café de sal - ( opcional : meio limão espremido)
- um pouquinho de água ( uns 50 ml ou 2 dedos de copo )

Misture tudo no liquidificador. Deve ficar uma massa pastosa e espessa. Coloque numa panela anti-aderente e leve ao fogo baixo, mexendo com uma colher de pau. Misture com vigor. A massa vai começar a "empelotar" até finalmente virar uma bola. Continue misturando até que ela se solte da colher. Colocar em um recipiente retangular para esfriar ( vai adquirir essa forma ).

Depois de frio pode ser usado em sanduíches, tipo "queijo quente" ou em lasanhas e outros pratos quentes. A mandioquinha serve para dar cor ao queijo, sem influenciar no sabor. Pode-se usar outros temperos para variar o sabor. É um queijo sem leite, também funciona pra colocar sobre pizzas. Se ficar muito mole e grudento é por que foi muito líquido. Na hora de misturar, dose a quantia certa.